Trabalhou anos sem carteira assinada e saiu sem receber nada?

Milhões de brasileiros trabalham na informalidade e não sabem que têm direito a FGTS, férias, 13º salário e até contagem para aposentadoria, mesmo sem registro. A Justiça pode reconhecer seu vínculo e fazer a empresa pagar tudo que você não recebeu.

Conectamos você com advogados trabalhistas especializados em reconhecimento de vínculo

Todo trabalhador que dedicou anos de sua vida a uma empresa sem receber os direitos que a lei garante merece ter acesso à justiça, independentemente de sua situação financeira ou do tamanho da empresa que o explorou.

Conectamos trabalhadores que tiveram seus direitos negados com advogados trabalhistas experientes que atuam em todo o Brasil e são especializados em reconhecimento de vínculo empregatício, tanto na via judicial quanto em negociações de acordos.

Nossa rede de advogados parceiros trabalha com todas as situações: trabalho sem carteira assinada, pejotização forçada (registro como PJ quando se era empregado), falsas cooperativas de trabalho, estágios fraudulentos, terceirização ilegal, trabalho doméstico informal e qualquer relação de emprego disfarçada ou não registrada.

O acesso à justiça é um direito fundamental. Democratizamos o acesso a advogados qualificados para que você possa buscar o que é seu por lei sem se preocupar com custos iniciais.

O que é Reconhecimento de Vínculo Empregatício?

Entenda o direito que protege trabalhadores que trabalharam sem carteira assinada

O que é:

Sabe quando você trabalha direitinho pra uma empresa, bate ponto, recebe ordem do chefe, não pode faltar, mas eles simplesmente não assinam sua carteira? Pois é: isso é ilegal. E você pode ir na Justiça pra provar que era empregado de verdade e cobrar tudo que não recebeu.

Se você trabalhou como funcionário mas nunca teve registro, a lei te dá o direito de buscar esse reconhecimento e receber o que ficou pra trás: FGTS de todo o período, férias, 13º, aviso prévio e até o tempo conta pra sua aposentadoria.

📋 Trabalho Sem Carteira Assinada: Você começou a trabalhar e a empresa prometeu que ia assinar sua carteira “em breve”. Passaram meses, às vezes anos, e a assinatura nunca veio. Enquanto isso, você cumpria horário, seguia as regras e fazia tudo que pediam. A verdade é que a empresa era obrigada a registrar você desde o primeiro dia. Se não fez, descumpriu a lei — e você pode cobrar todos os direitos desse período.

⚖️ Tratado como empregado, mas chamado de “autônomo”: A empresa dizia que você era “prestador de serviço” ou “autônomo”, mas na prática você tinha horário fixo, recebia ordens de um chefe e não podia simplesmente escolher quando trabalhar. A Justiça não olha para o nome que deram à relação — olha para como ela funcionava no dia a dia. Se você trabalhava como empregado, era empregado.

🏢 Obrigado a abrir CNPJ ou MEI para ser contratado: A empresa pediu que você abrisse um CNPJ para “poder te contratar”. Você virou PJ no papel, mas continuou cumprindo horário, recebendo ordens e trabalhando exclusivamente para eles. Isso é o que se chama de pejotização — uma forma de disfarçar o vínculo de emprego para evitar pagar seus direitos. A Justiça reconhece essa prática como irregular.

👥 Contratado por uma cooperativa que só existia no papel: Você foi colocado em uma cooperativa, mas não tinha nenhuma participação nas decisões nem era dono de nada. Na prática, trabalhava com horário fixo, para uma empresa específica, fazendo o que mandavam. Cooperativas de fachada, criadas apenas para reduzir custos, não impedem o reconhecimento do vínculo com quem realmente comandava seu trabalho.

📚 Contratado como estagiário, mas fazendo trabalho de funcionário: Você foi registrado como estagiário, mas não havia nenhum acompanhamento educacional, nenhuma relação com seu curso e você fazia as mesmas tarefas que qualquer funcionário regular. Estágio tem requisitos específicos na lei. Quando a empresa não os cumpre, o que existe de verdade é uma relação de emprego — com todos os direitos que ela gera.

🔄Trabalhava em uma empresa, mas era vinculado a outra (ou a nenhuma): Você trabalhava todos os dias no mesmo lugar, recebia ordens do mesmo chefe, mas oficialmente era de outra empresa — ou nem tinha vínculo formal com ninguém. Esse tipo de terceirização, quando serve apenas para a empresa economizar às suas custas, pode ser questionado. É possível responsabilizar quem realmente se beneficiou do seu trabalho.

Os Três passos do nosso atendimento

Como funciona nosso atendimento?

Do primeiro contato até você receber seus direitos, entenda como podemos ajudar você.

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📞 Você entra em contato e nos conta sobre o seu caso

Você nos conta o básico sobre sua situação: quanto tempo trabalhou, como era sua rotina, se tinha horário fixo, se recebia ordens, e o que aconteceu quando saiu. Essas informações nos permitem fazer uma primeira análise do seu caso e verificar se existe fundamento para buscar o reconhecimento do vínculo.

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🔍 Advogado especializado analisa sua situação

O advogado faz uma análise completa do seu caso e explica de forma clara: você tem direito ao reconhecimento do vínculo? Quais são as possibilidades? Qual o valor estimado de FGTS, férias, 13º e demais verbas? Todas as suas dúvidas são respondidas antes de qualquer decisão.

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⚖️ Defesa dos Seus Direitos na Justiça

Durante todo o processo, você recebe atualizações sobre audiências, decisões e andamentos. O advogado te representa em todas as fases: reunião de provas, preparação de testemunhas, tentativa de acordo, audiências, eventual sentença e execução para recebimento dos valores.

Perguntas frequentes

Faz muito tempo que saí. Ainda posso buscar meus direitos?

Você tem até 5 anos após o término do trabalho para entrar com a ação. Se ainda está dentro desse prazo, ainda dá tempo. Mas quanto mais você espera, menos tempo tem — e valores anteriores a 5 anos do ajuizamento podem prescrever. Por isso, se está pensando em fazer, melhor não adiar.

Não tenho quase nenhuma prova. Só tenho algumas mensagens e talvez uma testemunha.

Mensagens de WhatsApp, fotos no local de trabalho, e-mails e testemunhas são provas válidas e aceitas pela Justiça. Além disso, existe o princípio da inversão do ônus da prova: em muitos casos, é a EMPRESA que precisa provar que você não era empregado — e não o contrário. Com poucas provas consistentes, é possível construir um caso sólido.

A empresa me registrou como PJ/MEI. Mesmo assim tenho direito?

Se você trabalhava como empregado — com horário fixo, subordinação, exclusividade — mas era registrado como PJ ou MEI, isso se chama pejotização e é considerado fraude trabalhista. A Justiça olha para a REALIDADE do trabalho, não para o que está no papel. Você pode, sim, ter direito ao reconhecimento do vínculo.

Quanto custa o processo? Preciso pagar algo adiantado?

Na grande maioria dos casos, se trabalha com honorários de êxito: você não paga nada antecipado. Os honorários (geralmente entre 25% e 30% do valor recuperado) só são cobrados se você ganhar. Se não ganhar, você não deve nada. Também existe a possibilidade de Justiça Gratuita para quem não pode pagar custas processuais.

A empresa pode me colocar em lista negra?

Não existe “lista negra” oficial. Buscar seus direitos na Justiça é um direito constitucional, e empresas sérias não discriminam candidatos por isso. Além disso, o processo corre contra a empresa ANTIGA — seu novo empregador nem precisa ficar sabendo (e não vai, a menos que você conte).

A empresa fechou. Ainda consigo alguma coisa?

Depende. Se a empresa apenas mudou de nome ou foi vendida, o processo continua normalmente. Se você trabalhava em local terceirizado (shopping, condomínio, outra empresa), pode haver responsabilidade subsidiária do tomador de serviços. Avaliamos cada situação individualmente para verificar se existe possibilidade de recebimento.

O tempo está correndo contra você.

A lei brasileira estabelece um prazo de 5 anos a partir da data que você saiu do trabalho para buscar seus direitos na Justiça. Após esse período, você perde definitivamente o direito de reconhecer o vínculo e recuperar o FGTS, as férias, o 13º e todas as verbas que não recebeu.